A perigosa polarização

Uma das definições pesquisadas sobre a polarização dielétrica estuda o fenômeno do deslocamento dos elétrons livres nos átomos ou moléculas de um material isolante (sejam sólidas, líquidas ou gasosas). O deslocamento dependerá do campo elétrico externo aplicado e estas nuvens eletrônicas (de carga negativa) são puxadas contra o campo elétrico e os núcleos (de carga positiva) são empurrados na direção deste por forças elétricas, havendo então uma polarização do dipolo. Em um regime de campo elétrico intenso é possível se gerar ionização e, nesse caso, a deformação passa a ser irreversível. Portanto, uma deformação das nuvens de elétrons gerada pelo campo externo faz com que os átomos ou moléculas do meio dielétrico comportem-se como dipolos elétricos, cujo campo elétrico atua em oposição àquele externo. 

Esta deformação causada por campos elétricos intensos, com alto gradiente, poderá causar rupturas dos dielétricos e o custo para reposição será alto, e os distúrbios associados serão sentidos por todos os elétrons livres, custando vidas devido às descargas da ordem de 100 kA ou mais. Curioso é que as estruturas poderiam estar estáveis e aterradas se os campos elétricos fossem adequadamente controlados por caras fontes de alta precisão e deveriam ser utilizadas apenas para manter o trabalho ordenado de toda a estrutura equilibrada. 

Os elétrons desejosos de serem livres poderão perder esta condição em função destes agentes de controle do campo elétrico. Os gradientes de tensão geraram em isoladores com sujidades acima do normal um efeito corona indesejável de difícil controle e correção, pois os solventes à base de álcool e oxigênio tornaram-se ineficazes e com custos de aquisição indesejáveis. Um outro elemento velho conhecido chamado de hidroxicloroquina com baixo custo foi considerado “não aplicável” para a manutenção do sistema vivo.  A ineficácia do sistema de controle do campo elétrico tem causado desgaste nas placas do lado direito e do lado esquerdo com perdas de materiais devido à migração de cargas de forma imprevisível como em eletrodos de baterias. O que se espera é que a luz também não se polarize permitindo aos controladores do campo elétrico e seus auxiliares uma clara visualização da solução. Uma ruptura geral agora põe em risco todo nosso dielétrico e este é o único que nos resta.

Atualizado em 17 de agosto de 2021 por Maria Elisa Vaiser

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