José Starosta

Quando as nossas redes serão realmente “smart”?

Edição 114 – Julho de 2015 Por José Starosta Na carona da última edição da Conferência Brasileira sobre Qualidade da Energia Elétrica (CBQEE), realizada na simpática e progressista Campina Grande (PB) pela Universidade Federal de Campina Grande e promovida pela SBQEE, o “smart grid” foi abordado no minicurso em dia anterior à conferência pelo eminente professor Paulo Ribeiro (agora finalmente repatriado). O tema foi discutido pelos presentes sob as diversas óticas de desenvolvimento, tecnologias, aplicações, regulações e projeções futuras. Foi…

Infraestrutura de instalações As instalações estão informatizadas. Nossas equipes estariam informadas e, sobretudo, formadas?

Edição 113 – Junho de 2015 Por José Starosta O avanço tecnológico das ofertas e soluções que assistimos em nossas instalações é exponencialmente crescente. Novos sistemas de proteção, de controle e comando, de medições de variáveis elétricas e mecânicas, e mesmo os elementos e os materiais e sistemas aplicados na construção e montagem são incorporados a cada novo projeto. Os supridores de soluções, sejam elas subestações elétricas e seus subsistemas, sistemas de fontes de contingência como os geradores e UPS,…

Aplicação de geradores em instalações elétricas: alguns cuidados necessários

Edição 112 – Maio de 2015 Por José Starosta Na última edição, abordamos a possibilidade apresentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da portaria 44 do MME, de compra da energia gerada por unidades consumidoras e que atualmente se encontra em estudo após a chamada pública. José Starosta José Starosta é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp e da SBQEE. [email protected]

A inversão do fluxo da energia – Consumidores vão gerar para o sistema elétrico

Edição 111 – Abril de 2015 Por José Starosta O tema não seria novo se estivéssemos tratando da geração fotovoltaica que já está regulada e que só aguarda a redução do apetite dos governos estaduais nas cobranças do ICMS para a sua viabilização. Do ponto de vista conceitual, outra ideia de geração distribuída está sendo ampliada. Encontra-se em fase de análise de votos e aprovação na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a resolução que objetiva contratar energia gerada por…

Mitigação dos problemas de qualidade da energia – Ações corretivas

Edição 110 – Março de 2015 Por José Starosta Vencida a primeira etapa da identificação dos problemas da qualidade de energia, normalmente conduzida por levantamentos, vistorias e, fundamentalmente, por medições adequadas, cabem, em uma segunda etapa, as definições e especificações das ações corretivas aplicáveis. A questão desta especificação da solução pode considerar uma simples mudança no esquema de aterramento, a troca de algum transformador, painel ou ainda a mudança do ponto de alimentação da carga. Pode ainda considerar a instalação…

Otimização do consumo de energia elétrica em instalações com o controle da tensão

Edição 109 – Fevereiro de 2015 Por José Starosta Conceitos gerais A eficiência do uso de energia elétrica em plantas industriais e complexos comerciais pode ser substancialmente melhorada com o ajuste adequado dos níveis de tensão de operação dos barramentos de alimentação das cargas e equipamentos. José Starosta José Starosta é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp e da SBQEE. [email protected]

Regulação de tensão

Edição 108 – Janeiro de 2015 Por José Starosta A regulação de tensão tem como objetivo e regra geral a avaliação da variação da tensão, relacionando o comportamento da tensão em regime de carga e em vazio, em relação a uma referência (normalmente a tensão em carga). A expressão 1 ilustra esta definição. José Starosta José Starosta é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp e da SBQEE. [email protected]

Qualidade da energia – A necessária integração dos indicadores: exemplos de aplicação

Edição 107 – Dezembro de 2014 Por José Starosta Em continuidade às duas colunas publicadas anteriormente, o primeiro exemplo considera a avaliação de um barramento secundário de transformador em instalação industrial com as medições conforme mostram as Figuras 1 e 2. José Starosta José Starosta é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp e da SBQEE. [email protected]

Qualidade da energia: ponderações sobre a necessária integração dos indicadores

Edição 106 – Novembro de 2014 Por José Starosta Seguindo a sequência dos indicadores apontados na coluna anterior, a ferramenta proposta considera a ponderação ou avaliação de cada um destes indicadores que foram medidos em relação aos esperados de acordo com alguma referência a ser definida. Deve-se considerar que as referências estabelecidas pelas normas são definidas no PAC e as medições são normalmente efetuadas no secundário de um transformador que possui impedância de 5% a 6% e que, portanto, modifica…

Qualidade da energia – Considerações sobre a necessária integração dos indicadores

Edição 105 – Outubro de 2014 Por José Starosta De acordo com os conceitos gerais de qualidade da energia descritos por diversos autores e pelas normas aplicáveis, deve-se considerar a avaliação dos indicadores de qualidade da energia nos diversos pontos de uma instalação (barramentos, por exemplo) em uma análise temporal. Em outras palavras, espera-se que todos os barramentos de uma instalação possuam seus indicadores de qualidade da energia em níveis adequados durante todo o período de operação das cargas. José…