O alto custo do saneamento

O tema merece relevância se tratado do ponto de vista clássico, relacionado ao saneamento básico das
nossas cidades que emporcalham os rios que as cruzam e os inúmeros aspectos ambientais não cumpridos, mas o tema abordado é um tanto quanto pior. Nos referimos ao saneamento de pessoas, que eleitas ou indicadas para gerir os negócios de um País sedento por ordem e progresso, teimam em olhar para seus próprios umbigos.

Como uma pororoca gigante surgem novos escândalos, negociatas e pesados esquemas que lembram um mar de …. ”lama”. Estes danosos mecanismos de desvios do curso natural elevam os nossos custos operacionais, dos equipamentos que precisamos comprar, de importação e exportação, de infraestrutura e modernização das cidades e até mesmo da comida das nossas mesas. Enquanto cartas marcadas de todas épocas que ocuparam e ocupam altos escalões dos poderes executivo, legislativo e judiciário se locupletam e defendem seus interesses, os simples mortais que buscam manter seus empregos e suas empresas de pé seguem uma enfadonha rotina de acompanhamento passivo dos próximos acontecimentos, quem será o próximo a ser tirado de circulação?

Sobe o dólar, cai a Bolsa, prende um, solta o outro, e assim vamos apenas torcendo como em um FLA-FLU
interminável. Enquanto isso, os negócios param, taxa de desemprego sobe e os impostos, ahhh estes sim! continuam com plena força e vigor. Quanto de esgoto a céu aberto ainda estariam sujando os nossos afluentes? Quando teremos rios cristalinos? O que fizeram e o que estão fazendo com o Brasil?

Atualizado em 19 de agosto de 2021 por Maria Elisa Vaiser

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