Será que conseguiremos botar o País para a frente?

No final deste 2019, uma ponta de otimismo surge com o anúncio da previsão do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de 1%, contrariando as previsões de meses atrás. Como dizem os especialistas e até o próprio ministro Guedes, temos que esperar que este resultado não seja mais um
“voo de galinha”. Fato é que sendo o voo de galinha ou de águia, os simples mortais que são os responsáveis pela renda (empregador ou empregado) não suportam mais trabalhar sem resultados; altas taxas, altos impostos, ineficiência nos processos, burocracias estúpidas, sem contar as patologias administrativas e burocráticas que o Brasil está acometido já há bom tempo, como o baixo nível das instituições de ensino (nossos recém-formados chegam ao mercado sem saber a diferença
da tensão eficaz e os valores da forma de onda).

Outros fatores de sofrimento são os altos custos de logística para a operação de nossas empresas, quer para o transporte de pessoas e de carga, taxas escandalosas de portos e aeroportos e outros prejuízos decorrentes da deficiência de nossa infraestrutura, como a incompetência na questão da ligação
ferroviária rápida entre os principais centros urbanos do País. Pior, devido à roubalheira que se estabeleceu por aqui nos últimos anos, não temos certeza se as empreiteiras que sobraram poderão construir o que falta. A boa expectativa deste ponto é que tudo indica que os custos dos empreendimentos futuros serão mais próximos da realidade, pois não alimentarão corrupção. Será?
As mudanças estruturais que são perseguidas pelo atual governo, trazem uma ponta de esperança e podem impactar na redução dos custos operacionais e de impostos das empresas e empregados, melhor situação para a sobrevivência da previdência e redução das taxas de juros com incremento dos financiamentos.

Tudo isso depende de nossos deputados e senadores que não conseguem entender que estão lá para discutir grandes questões nacionais e não para benefício próprio. Que o voo de águia nos guie para a reconstrução de um novo momento, privilegiando os que trabalham e que efetivamente respondem pelo nosso crescimento.

Atualizado em 18 de agosto de 2021 por Maria Elisa Vaiser

Fazer um comentário

Política de Privacidade
When you visit our website, it may store information through your browser from specific services, usually in form of cookies. Here you can change your privacy preferences. Please note that blocking some types of cookies may impact your experience on our website and the services we offer.
O Setor Elétrico