Serpentinas, espumas e roupas de poliéster podem provocar choques elétricos

Foliões devem ficar atentos para não correrem riscos ao usarem adereços durante o Carnaval

Brasil é sinônimo de Carnaval. Todos querem curtir a folia com muita alegria, tão característica de nosso povo e evidenciada durante a celebração.  Entretanto, o folião deve ter muito cuidado com a rede elétrica antes, durante e depois das festividades. O consultor Técnico do Grupo Loja Elétrica, Herbert Abreu dá uma série de dicas para não haver transtornos:

  • Nunca jogue produtos, como serpentinas, confetes, fogos de artifício, jatos de água e espuma, em redes elétricas ou equipamentos elétricos, sejam metálicos ou não. A comercialização das serpentinas metálicas está proibida desde 2012, pela Lei Estadual 20.374. Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor;
  • Fique longe das redes elétricas, principalmente, ao usar glitter no corpo ou nos cabelos, pois eles conduzem facilmente energia elétrica;
  • Tenha cuidado com montagem e a desmontagem de palcos e percursos de trios elétricos perto das redes elétricas tanto aéreas quanto subterrâneas;
  • Não ligue aparelhos elétricos, como som, refrigeração e churrasqueiras, próximos a duchas ou piscinas;
  • Não saia do veículo, em caso de colisão com postes elétricos e raios, para se proteger de  choque elétrico se houver cabo partido em contato com o automóvel;
  • Não instale nenhum enfeite próximo à rede elétrica e nem faça ligações clandestinas (gatos);
  •  Tente usar sempre fantasias feitas de fibras naturais, como o algodão, já que as sintéticas (como nylon e poliéster) costumam acumular mais energia estática e são mais inflamáveis;
  • Não tente socorrer as vítimas se houver fio partido. Nesse caso, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros (193).

Atualizado em 7 de junho de 2021 por

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Comentários (2)

Como diz o artigo http://bit.ly/2qF3LPe , é necessário que os padrões das redes elétricas de alta tensão no ambiente urbano sejam atualizados, pois a utilização de cabos nús – sem isolamento – é uma filosofia do século XIX baseada na construção “mais barata”, e que já causou diversas mortes – não só no Carnaval!
Querer que um alerta em uma revista, ou numa rede social, vá zerar os acidentes, é ilusório, pois isto é enxugar gelo. Temos que exigir um sistema seguro para a população!

Boa tarde, Estellito.
Agradecemos as suas observações.
De fato, é necessário que se exija um sistema seguro para que haja diminuição efetiva do número de acidentes de origem elétrica no Brasil, pois, caso contrário, a população é que continuará sendo a vítima principal dessas tragédias.
Att.

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